segunda-feira, 2 de abril de 2012

E você. Se importa?

QUEM SE IMPORTA é um documentário sobre empreendedores sociais no Brasil e ao redor do mundo. Pessoas que criaram empresas capazes de não só mudar a sociedade ao seu redor, mas também causar impacto social suficiente para que idéias como estas possam se multiplicar. Um filme que, através de cada um de seus personagens, vasculha o mundo atrás de pessoas que oferecem simples soluções para as mais graves questões que afetam a todos nós nos dias de hoje. http://www.youtube.com/watch?v=ooO9slAkKSs

quinta-feira, 1 de março de 2012

Lindos e sustentáveis!

Quando a borracha começou a ser pesquisada pelos europeus para uso industrial no século XVIII, a técnica utilizada pelos povos da floresta para sua fabricação foi ignorada. Através de projetos de resgate implantados em algumas comunidades da Amazônia, o saber tradicional na manipulação do látex nativo está sendo recuperado.
As ações incentivam o trabalho dos seringueiros em reservas extrativistas com o objetivo de aprimorar a produção de objetos em látex e incluem o desenvolvimento de novas tecnologias através de parcerias com pesquisadores e universidades.
Atualmente, a borracha é exportada in natura para a França, onde é utilizada nos solados de botas e tênis fabricados exclusivamente com matéria-prima orgânica. A extração vegetal tem importante papel na economia da região, sendo fonte de renda para centenas de famílias, mas ainda agrega pouco valor na base da cadeia produtiva.
Com esse apoio as colônias de seringueiros terão condições de investir na qualidade, design e identidade visual do produto final, incrementando sua comercialização nos mercados nacional e internacional.
O processo agrega valor na base produtiva e gera trabalho, renda e qualidade de vida aos povos da floresta. Um trabalho que recupera a atividade extrativista da borracha na Amazônia além de manter a floresta em pé e sua biodiversidade, reduzindo o avanço dos desmatamentos e queimadas e permitindo um convívio harmonioso entre homem e natureza.
http://casadavila.com.br/despensa/produtos_detalhe.php?cod=808

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Sabe onde fica esse lugar?

Mundialmente conhecido por ser onde o temível bandido Lampião foi exposto depois de morto e os cangaceiros foram decapitados, a região foi palco da famosa foto das cabeças empilhadas numa escadaria, atualmente exposta em um museu local, onde trabalha hoje um dos policiais que prenderam Lampião e seu bando.
O local abriga uma das maiores beleza do Brasil – os cânions do majestoso Rio São Francisco, atraindo a população para a atividade pesqueira desde a década de 70.
Neste cenário de contrastes, em meio ao árido agreste nordestino, surge uma iniciativa para consolidar a piscicultura (criação de peixes) na região de forma sustentável, capacitando produtores, técnicos, pesquisadores e estudantes para a atividade. Atende a cerca de 330 produtores em 15 municípios e é composta por 04 cooperativas, 09 associações e colônias de pescadores.
Uma das atividades apoiadas pelas suas ações é a produção de objetos feitos a partir do couro dos peixes, o que proporciona o aproveitamento da pele de tilápia, até então descartada como resíduo.
A iniciativa promoveu a capacitação de pequenos produtores em controle de qualidade, absorção de tecnologias e incorporação de um modelo de design. Com isso, buscam o fortalecimento da capacidade produtiva e de comercialização das populações locais, criando oportunidade de emprego e renda e a conservação destes valiosos territórios sabiamente manejados pelas comunidades locais. 
http://casadavila.com.br/despensa/produtos_detalhe.php?cod=755

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Licuri. Já ouviu falar?

Traçar o próprio destino através do trabalho. É assim que homens e mulheres no sertão da Bahia estão transformando uma atividade que era mero passatempo, em oportunidade de geração de trabalho e renda. Produzem objetos feitos a partir da palha do licuri, uma palmeira muito encontrada na caatinga brasileira que serve como fonte de alimento da arara azul de lear.
A produção de peças com base em palha de licuri começou com a confecção de objetos utilitários para os romeiros. O trabalho de resgate e valorização do artesanato envolve 05 comunidades que se organizaram em torno de uma associação e trabalham hoje com foco no mercado, praticando manejo sustentável apoiadas pelo Programa de Conservação da Arara Azul de Lear.
Essas iniciativas criaram uma cultura de cooperação que hoje garante uma renda mais digna aos associados. Pessoas que assistiram a força da fé originar cidades e o fenômeno do êxodo do sertão. Presenciaram e viveram o fenômeno do Messianismo, do Cangaço. Sentiram de perto o poder do corolenismo. Moradores que integram os municípios com os menores índices de IDH (índice de desenvolvimento humano) do Brasil.
Hoje, novamente quando o emprego escasseia ou falta, a busca de alternativas para o sustento da família é encontrado nas áreas rurais, através do estímulo de programas como este. Integrados, transmitiram o conhecimento e o reconhecimento das potencialidades e vocações locais, da valorização das culturas tradicionais, caminhando para um futuro sustentável no que se refere ao uso da matéria-prima natural, ao aviltamento dos preços dos produtos e a grande representação simbólica de produtos com tanto propósito.
http://casadavila.com.br/despensa/produtos_detalhe.php?cod=1015

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Você conhece a Arara-Azul-de-Lear?

A Arara-Azul-de-Lear é uma espécie endêmica da caatinga do nordeste da Bahia. Rara e valiosa sofre com a captura de indivíduos para abastecer o comércio ilegal de animais silvestres, e com a redução de seu principal item alimentar, o licuri, um tipo de palmeira encontrada no sertão brasileiro.
Devido ao alto risco de extinção da espécie, foi criado um Programa de conservação. Ações emergenciais envolvem censos, envolvimento e conscientização da comunidade, aquisição de sítios de reprodução, recuperação e manejo de licuri, monitoramento das aves e estudo do comportamento reprodutivo.
Nos períodos de baixa produtividade de licuris, as araras atacam as roças de milho causando prejuízos aos pequenos agricultores que as utilizam para subsistência e para alimentar seus animais. Como conseqüência, os agricultores chegavam a atirar nas araras, ocasionado sua morte ou a amputação de partes do corpo, impossibilitando sua sobrevivência em vida livre. 
Com isso foi necessário a implantação de alternativas de geração de renda para as comunidades locais, melhorando assim a sua qualidade de vida e consequentemente a conservação do ambiente necessário para a manutenção das populações das araras.
Os produtos resultantes desta iniciativa geram renda nas áreas de ocorrência das Araras Azuis de Lear e assim colaboram para a conservação dessa espécie, seu ambiente e das pessoas que vivem por lá! Quer conhecer mais?